Cynthia chegou correndo em casa. Não devia ter ido para a aula com aquela calça branca, ela sabia! Logo na aula de química foi acontecer aquilo!? Oh não! Sim leitor, o absorvente vazou. Ela sentiu o líquido escorrer por entre as pernas de maneira brutal. Paralizou. Aquilo não podia estar acontecendo! O professor apenas olhou para a moça assustado. O líquido descia e já chegava no chão. Pingava. Esta é Cynthia Witthoft aos seus 17 anos. Aquela que futuramente se tornaria esposa do nosso camarada Adrem.
A menina corou. A turma toda começou a gritar como se fossem loucos. Aquilo parecia uma festa. Cynthia quis morrer. Todos riam, riam e riam. As risadas entravam nos ouvidos, atingiam o cérebro e davam choques angustiantes. Como sentava na carteira da frente, não sabia que todos a estavam olhando naquela situação humilhante. Não tinha coragem de olhar para trás para comprovar. Apenas via na expressão do professor o resultado do que acontecera. Sim, seria bom ter comprado um absorvente de qualidade, não o da promoção! Vivendo e aprendendo.
Levantou rapidamente e correu, correu muito. Abandonou a todos na sala, no colégio. Ela tinha que fugir da vergonha. Era uma corrida de 100 metros rasos. Não! 4 mil metros rasos até sua casa! Corra Cynthia, corra! Faça isso em prol da sua dignidade. Seu corpo esquentou e o suor tomou conta de sua face. Não ligava mais para o sangue que escorria entre as pernas. Enxergou o portão de sua casa. Quando chegasse lá estaria a salvo. Mal entrou e recebeu um jato de merda na cara!
- Filho da puta!
- Desculpe-me moça! Eu não sabia que alguém estava atrás de mim. A máquina de sugar excrementos falhou.
- Olha o que você fez!
- Não posso fazer nada, estava aqui trabalhando sossegadamente, limpando a fossa.
- Você deveria tomar mais cuidado sabia!?
- Pelo que vejo, você também.
- Isso não tem nada a ver com você, foi só um acidente muito comum que pode acontecer com qualquer garota.
- Pois digo o mesmo quanto a mim. Nunca fique atrás de uma máquina de sugar excrementos.
- Quem chamou a limpa fossa?
- Seu pai. Ele nos ligou e pediu que viéssemos com urgência.
- Não sabia que nossa fossa estava entupida...
- Isso é muito normal. As pessoas geralmente esquecem que isso acontece. Quando vêem, já é tarde.
- Sei.
- Você me perdoa?
- Claro! Desde que você me diga que eu posso tomar banho.
- Humm... Vai ter que esperar mais quinze minutos, porque fechamos o registro de água para fazer o serviço.
- Então quer dizer que terei de ficar suja de merda e sangue por mais todo esse tempo?!
- Vou agilizar aqui para que você possa utilizar o banheiro em cinco minutos então.
- Tá bom. Não aguento esse cheiro! Preciso me sentir limpa novamente.
Cinco minutos depois.
- Pronto moça!
- Ufa! Vou lá então.
- Tudo bem. Qual o seu nome?
- Cynthia.
- Prazer Cynthia. Meu nome é Adrem. Adrem Ococ. Se quiser, pode me chamar de Ad.
- Ok Ad! Até mais!
- Até!
Adrem escutou um barulhinho contínuo vindo de algum lugar da parede. Sentia um pequeno tremor. Oh não, a água está voltando! Pensou. Sim, a água estava voltando. Seriam os últimos momentos da existência de nosso querido cocô?
Cynthia puxaria a descarga logo logo, sem dúvida. Ao mesmo tempo, as lembranças não paravam de surgir na memória de nosso amigo. Sentiu-se orgulhoso em recordar como conquistou o coração daquela jovem.
A menina corou. A turma toda começou a gritar como se fossem loucos. Aquilo parecia uma festa. Cynthia quis morrer. Todos riam, riam e riam. As risadas entravam nos ouvidos, atingiam o cérebro e davam choques angustiantes. Como sentava na carteira da frente, não sabia que todos a estavam olhando naquela situação humilhante. Não tinha coragem de olhar para trás para comprovar. Apenas via na expressão do professor o resultado do que acontecera. Sim, seria bom ter comprado um absorvente de qualidade, não o da promoção! Vivendo e aprendendo.
Levantou rapidamente e correu, correu muito. Abandonou a todos na sala, no colégio. Ela tinha que fugir da vergonha. Era uma corrida de 100 metros rasos. Não! 4 mil metros rasos até sua casa! Corra Cynthia, corra! Faça isso em prol da sua dignidade. Seu corpo esquentou e o suor tomou conta de sua face. Não ligava mais para o sangue que escorria entre as pernas. Enxergou o portão de sua casa. Quando chegasse lá estaria a salvo. Mal entrou e recebeu um jato de merda na cara!
- Filho da puta!
- Desculpe-me moça! Eu não sabia que alguém estava atrás de mim. A máquina de sugar excrementos falhou.
- Olha o que você fez!
- Não posso fazer nada, estava aqui trabalhando sossegadamente, limpando a fossa.
- Você deveria tomar mais cuidado sabia!?
- Pelo que vejo, você também.
- Isso não tem nada a ver com você, foi só um acidente muito comum que pode acontecer com qualquer garota.
- Pois digo o mesmo quanto a mim. Nunca fique atrás de uma máquina de sugar excrementos.
- Quem chamou a limpa fossa?
- Seu pai. Ele nos ligou e pediu que viéssemos com urgência.
- Não sabia que nossa fossa estava entupida...
- Isso é muito normal. As pessoas geralmente esquecem que isso acontece. Quando vêem, já é tarde.
- Sei.
- Você me perdoa?
- Claro! Desde que você me diga que eu posso tomar banho.
- Humm... Vai ter que esperar mais quinze minutos, porque fechamos o registro de água para fazer o serviço.
- Então quer dizer que terei de ficar suja de merda e sangue por mais todo esse tempo?!
- Vou agilizar aqui para que você possa utilizar o banheiro em cinco minutos então.
- Tá bom. Não aguento esse cheiro! Preciso me sentir limpa novamente.
Cinco minutos depois.
- Pronto moça!
- Ufa! Vou lá então.
- Tudo bem. Qual o seu nome?
- Cynthia.
- Prazer Cynthia. Meu nome é Adrem. Adrem Ococ. Se quiser, pode me chamar de Ad.
- Ok Ad! Até mais!
- Até!
Adrem escutou um barulhinho contínuo vindo de algum lugar da parede. Sentia um pequeno tremor. Oh não, a água está voltando! Pensou. Sim, a água estava voltando. Seriam os últimos momentos da existência de nosso querido cocô?
Cynthia puxaria a descarga logo logo, sem dúvida. Ao mesmo tempo, as lembranças não paravam de surgir na memória de nosso amigo. Sentiu-se orgulhoso em recordar como conquistou o coração daquela jovem.
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