O medo do desconhecido o fez relembrar de sua trajetória de vida. Desde muito cedo, quando ainda era um bebê, as pessoas em volta de Adrem sabiam que ele se tornaria um merda. As suspeitas começaram quando a pequena criança feria a própria mãe na sagrada hora de mamar, pois a mordia como se não ligasse para a progenitora. Os peitos dela sangravam e o pequerrucho nem ligava. Parecia um minivampiro.
Aos dois anos não sabia brincar normalmente - como é de praxe quando pensamos numa simples criança - mas gostava de estragar os brinquedos. Arrancava as pernas, cabeças, braços e demais membros dos homenzinhos do Comandos em Ação; os enterrava na areia e lá os esquecia; atirava carrinhos de fórmula 1 na parede, arrancava as rodas. Adrem não era normal, pois aquilo lhe dava um prazer absoluto.
Desde muito pequeno ele já era um cagão, querido leitor! O problema é que habituou-se a fazer as necessidades na calça até pelo menos os 10 anos de idade. A mãe dele sofria, pois naquele tempo não havia ainda máquina de lavar roupa! Imagine esfregar tudo aquilo com a mão!Seus hábitos alimentares causavam repulsão a qualquer um. Molhava o pão no refrigerante e comia enquanto mastigava chicletes. Se lambuzava com feijão e arroz, pois apertava os alimentos bem até sair aquele líquido gosmento; Era comum ficar ranhento e chupar aquilo que escorria, misturando tudo na boca, como se fosse algo natural. Comer tatu do nariz era uma coisa cotidiana para o menino, além de sempre experimentar a terra do quintal, quando lá brincava.
Nosso amiguinho não tinha dó dos pequenos animais e insetos. Uma de suas diversões preferidas era pegar emprestado uma panela de sua mãe para fazer comidinha de formiga. Só que não era comida para elas, mas feita com elas. Ou seja, fazia uma fogueira no quintal e deixava a panela lá esquentando; procurava um formigueiro, e quando o encontrava fazia o transporte das vítimas até a panela. Isso podia ser feito com qualquer pedaço de madeira. Colocava algumas folhas para temperar e mexia um pouco para misturar tudo. Seu maior prazer nisso era ver as pequeninas se debatendo na fervura.Quando não dava uma de cozinheiro, Adrem gostava de se sentir um gigante e atacar com todas as armas um formigueiro. Geralmente tinha satisfação em colocar outros bichinhos no meio da fortaleza, só pra ver como as formigas reagiriam. Minhocas eram os invasores preferidos do menino. Adorava vê-las se remexendo enquanto milhares de formigas as atacavam. Após a morte de uma minhoca, ela geralmente servia de alimento a todo o formigueiro. Aranhas também eram invasores legais de se ver, mas era perigoso levar uma picada na hora de catá-las; o mais legal era quando atiravam teias na direção daqueles soldados defensores. Formiguinhas de espécies diferentes também eram usadas nessa brincadeira de Adrem, porém morriam muito rapidamente. Quando aquele tipo de batalha enchia o saco, o garoto jogava aquela panela de água quente no reino só pra mostrar aos insetos sua superioridade.
Uma criança normal gosta de fazer bolinhas de sabão. Adrem gostava de inserir a essa prática o envolvimento que ele próprio tinha com os bichinhos. Levava os pequeninos até a calçada e fazia bolinhas de sabão ao redor deles.Por alguns segundos aquilo ficava como se fosse um campo de força ao redor dos bichinhos. Novamente, as formigas eram as vítimas preferidas de Adrem nessa brincadeira. Afogá-las na espuma também era uma das diversões do pestinha. Isso quando não fazia batalhas individuais entre essas e outros insetos, principalmente as já mencionadas aranhas. Se nosso camaradinha crescesse uma pessoa mais inteligente, teria inventado o Pokémon, pois era um pioneiro nessas idéias.
Portanto, Adrem desde cedo se tornara um merda.
A mão de sua mulher alcançara a cordinha. Começou a puxá-la. A irritação a fez puxar brucamente. Adrem teve outros flashbacks...
Aos dois anos não sabia brincar normalmente - como é de praxe quando pensamos numa simples criança - mas gostava de estragar os brinquedos. Arrancava as pernas, cabeças, braços e demais membros dos homenzinhos do Comandos em Ação; os enterrava na areia e lá os esquecia; atirava carrinhos de fórmula 1 na parede, arrancava as rodas. Adrem não era normal, pois aquilo lhe dava um prazer absoluto.
Desde muito pequeno ele já era um cagão, querido leitor! O problema é que habituou-se a fazer as necessidades na calça até pelo menos os 10 anos de idade. A mãe dele sofria, pois naquele tempo não havia ainda máquina de lavar roupa! Imagine esfregar tudo aquilo com a mão!Seus hábitos alimentares causavam repulsão a qualquer um. Molhava o pão no refrigerante e comia enquanto mastigava chicletes. Se lambuzava com feijão e arroz, pois apertava os alimentos bem até sair aquele líquido gosmento; Era comum ficar ranhento e chupar aquilo que escorria, misturando tudo na boca, como se fosse algo natural. Comer tatu do nariz era uma coisa cotidiana para o menino, além de sempre experimentar a terra do quintal, quando lá brincava.
Nosso amiguinho não tinha dó dos pequenos animais e insetos. Uma de suas diversões preferidas era pegar emprestado uma panela de sua mãe para fazer comidinha de formiga. Só que não era comida para elas, mas feita com elas. Ou seja, fazia uma fogueira no quintal e deixava a panela lá esquentando; procurava um formigueiro, e quando o encontrava fazia o transporte das vítimas até a panela. Isso podia ser feito com qualquer pedaço de madeira. Colocava algumas folhas para temperar e mexia um pouco para misturar tudo. Seu maior prazer nisso era ver as pequeninas se debatendo na fervura.Quando não dava uma de cozinheiro, Adrem gostava de se sentir um gigante e atacar com todas as armas um formigueiro. Geralmente tinha satisfação em colocar outros bichinhos no meio da fortaleza, só pra ver como as formigas reagiriam. Minhocas eram os invasores preferidos do menino. Adorava vê-las se remexendo enquanto milhares de formigas as atacavam. Após a morte de uma minhoca, ela geralmente servia de alimento a todo o formigueiro. Aranhas também eram invasores legais de se ver, mas era perigoso levar uma picada na hora de catá-las; o mais legal era quando atiravam teias na direção daqueles soldados defensores. Formiguinhas de espécies diferentes também eram usadas nessa brincadeira de Adrem, porém morriam muito rapidamente. Quando aquele tipo de batalha enchia o saco, o garoto jogava aquela panela de água quente no reino só pra mostrar aos insetos sua superioridade.
Uma criança normal gosta de fazer bolinhas de sabão. Adrem gostava de inserir a essa prática o envolvimento que ele próprio tinha com os bichinhos. Levava os pequeninos até a calçada e fazia bolinhas de sabão ao redor deles.Por alguns segundos aquilo ficava como se fosse um campo de força ao redor dos bichinhos. Novamente, as formigas eram as vítimas preferidas de Adrem nessa brincadeira. Afogá-las na espuma também era uma das diversões do pestinha. Isso quando não fazia batalhas individuais entre essas e outros insetos, principalmente as já mencionadas aranhas. Se nosso camaradinha crescesse uma pessoa mais inteligente, teria inventado o Pokémon, pois era um pioneiro nessas idéias.
Portanto, Adrem desde cedo se tornara um merda.
A mão de sua mulher alcançara a cordinha. Começou a puxá-la. A irritação a fez puxar brucamente. Adrem teve outros flashbacks...
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